Carranca OnLine - Sua melhor opção na Internet
     Home     Nossa Empresa     Sites Parceiros     Contato     Cadastre-se!     Mapa do Site 



           4 Visitantes Online                   

    

Busca interna no site       




Trafegando - Divulgue Seu Site Gratuitamente
 




Seções


Acredite Se Quiser
Aventuras de Pinóquio
Chico Brazil
Comportamental
Crônicas do Dia-a-Dia
Curiosidades
Profissionais
 



Enviar Comentário sobre a Matéria      Ler Comentários (0)      Envie para um amigo

Clique sobre a foto para ampliar
Clique para ampliar
 

Curiosidades
Enviado por: Webmaster


Gafes nos Tribunais


Diversos

 


Vejam célebres gafes ocorridas em Tribunais...

Estes trechos foram retirados do livro "Desordem no Tribunal". São coisas que as pessoas realmente disseram, e que foram transcritas textualmente pelos taquígrafos, que tiveram que permanecer calmos enquanto estes diálogos aconteciam à sua frente:

Pergunta: Qual é a data do seu aniversário?
Resposta: 15 de julho.
P: Que ano?
R: Todo ano.

P: Essa doença, a miastenia gravis, afeta sua memória?
R: Sim.
P: E de que modo ela afeta sua memória?
R: Eu esqueço das coisas.
P: Você esquece... Pode nos dar um exemplo de algo que você tenha esquecido?

P: Que idade tem seu filho?
R: 38 ou 35, não me lembro.
P: Há quanto tempo ele mora com você?
R: Há 45 anos.

P: Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando acordou aquela manhã?
R: Ele disse, "Onde estou, Bete?"
P: E por que você se aborreceu?
R: Meu nome é Célia.

P: Me diga, doutor... não é verdade que, ao morrer no sono, a pessoa só saberá que morreu na manhã seguinte?

P: Seu filho mais novo, o de 20 anos...
R: Sim.
P: Que idade ele tem?

P: Sobre esta foto sua... o senhor estava presente quando ela foi tirada?
 
P: Então, a data de concepção do seu bebê foi 08 de agosto?
R: Sim, foi.
P: E o que você estava fazendo nesse dia?

P: Ela tinha 3 filhos, certo?
R: Certo.
P: Quantos eram meninos?
R: Nenhum
P: E quantas eram meninas?
 
P: Sr. Marcos, por que acabou seu primeiro casamento?
R: Por morte do cônjuge.
P: E por morte de que cônjuge ele acabou?

P: Poderia descrever o suspeito?
R: Ele tinha estatura mediana e usava barba.
P: E era um homem ou uma mulher?

P: Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em pessoas mortas?
R: Todas as autópsias que fiz foram em pessoas mortas...

P: Aqui na corte, para cada pergunta que eu lhe fizer, sua resposta deve ser oral, ok? Que escola você freqüenta?
R: Oral.
 
P: Doutor, o senhor se lembra da hora em que começou a examinar o corpo da vitima?
R: Sim, a autópsia começou às 20:30h.
P: E o Sr. Décio já estava morto a essa hora?
R: Não... Ele estava sentado na maca, se perguntando porque eu estava fazendo aquela autópsia nele.

P: O senhor está qualificado para nos fornecer uma amostra de urina?

P: Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou o pulso da vítima?
R: Não.
P: O senhor checou a pressão arterial?
R: Não.
P: O senhor checou a respiração?
R: Não.
P: Então, é possível que a vítima estivesse viva quando a autópsia começou?
R: Não.
P: Como o senhor pode ter essa certeza?
R: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa.
P: Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?
R: Sim, é possível que ele estivesse vivo e cursando DIREITO em alguma faculdade do país!!

 
Recebido de colaboradores, via e-mail

Enviar Comentário sobre a Matéria      Ler Comentários (0)      Envie para um amigo


 


Últimos Artigos


Pérolas do Vestibular
Gafes nos Tribunais







Postar Colaboração











   
Copyright©2007 - Todos os direitos reservados - Carranca Produções, Web & Design
Rua Tamiarana, 174 / 102 - Higienópolis - CEP 21051-060 - Rio de Janeiro - RJ
contato@jornalcarranca.com.br